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Mais humor na televisão em 2013

Algumas televisões preparam-se para contrariar a tristeza dos portugueses. Segundo revelações recentemente publicadas por Laetitea (via blog), os conteúdos televisivos de 2013 prometem formatos com mais humor. Numa altura claramente desmarcada pelo desemprego, esta é com certeza uma boa notícia para o profissionais do setor ‘comédia’. Neste artigo «A Televisão em 2013» Laetitea convida-nos igualmente a descobrir o que nos reserva a televisão, do ponto de vista tecnológico. Graças aos satélites de comunicações, mas também aos desenvolvimentos na informática, na fibra ótica, etc., estamos no limiar de uma grande revolução nas nossas vidas. A fusão das tecnologias de comunicação num único meio promoverá a caixa que mudou o mundo ao nobre papel de central doméstica das ligações com o mundo.

A Televisão em 2013 - Artigo de LaetiteaAlgumas tendências começam a desenhar-se “obedecendo à extração conclusiva dos diversos tópicos debatidos num colóquio, na passada semana em Paris, o protagonismo do aparelho recetor pode levá-lo a converter-se no centro de todas as comunicações do lar…”, é o que nos explica Laetitea nesta nova publicação. Uma leitura muito detalhada para quem gosta de espiar a televisão, vista de dentro.

Tudo isso e muito mais no blog pessoal de Laetitea. Vale a pena ler …e ver!

TELENIMA recruta recém-licienciados

Com sólidas relações de parceria com um dos maiores Grupos privados na área do Audiovisual, a TELENIMA, em fase de estruturação apesar do seu envolvimento (parcial) com importantes Empresas do setor, alia-se no combate à segmentação do desemprego. Exclusivamente destinadas a recém-licenciados, desta feita estão abertas inscrições para eventual contratação, em regime de experiência a termo resolutivo certo pelo período de um ano…

(ver o anúncio)

“O público português é pouco homogéneo porque há várias correntes e atitudes diferentes em relação ao audiovisual. Há quem opte por determinados formatos porque é moda, quem se oriente pela qualidade, os entusiasmados pela modelagem irreverente, apelidada de alternativa, e outros há – mais preguiçosos – que se deixam conduzir pelo arrasto, se os podemos qualificar. Há um certo nível de apreciação e qualidade nos consumidores e o potenciómetro comercial sofreu uma valente derrapagem desde 2010 em Portugal. Estamos a atravessar um período complicado em termos de apostas novas. Existem muitos riscos. Isto dantes era uma indústria que corria riscos, agora é uma indústria de não tomar riscos. Cover your ass, como dizemos. Efectivamente, com a falta de verbas tudo carece de reorganização e reestruturação e os projectos embrionários tendem a permanecer na gaveta até á «monção económica». Numa altura em que o retorno fechou a torneira, investir «a seco» pressupõe precisamente converter a garantia em morte prematura. A «congelação» faz parte do business plan. Por outro lado, o importante é fazer as coisas pelo gosto para que se possa ter um bom desenvolvimento e esse é o território da TELENIMA. Ainda relativo à ideia TELENIMA, que eu considero uma espécie de joint-venture em gestação, de uma forma geral, tudo nela se desenvolve de forma espontânea, o que significa que, devido ou graças ao estado actual das coisas, os objectivos fogem um pouco daquela previsibilidade – break even – irritante geralmente consagrada aos grandes empreendimentos” arremata Laetitea